COLEÇÃO DE FIGURAS DE TINTIM FINALMENTE NO BRASIL

Todos os detalhes do lançamento da Planeta DeAgostini

ÁLBUNS DE TINTIM EM PRETO-E-BRANCO CHEGAM AO BRASIL

Globo Livros lança réplicas das versões originais de Tintim

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Série inédita baseada em "O Lótus Azul" é transmitida no rádio

PELA PRIMEIRA VEZ EM CORES

Veja a capa da nova edição de "No País dos Sovietes"

AS ATADURAS DE TINTIN

Infográfico reúne todas as pancadas que Tintim já levou

TPT ENTREVISTA ISAAC BARDAVID

Assista o bate-papo com o dublador do Capitão Haddock

TPT ENTREVISTA O PRIMEIRO TINTIM DO CINEMA

Jean-Pierre Talbot fala tudo sobre os únicos filmes de Tintim com atores reais

70 ANOS DO JOURNAL TINTIN

Publicações e eventos marcam o aniversário da revista

TPT ENTREVISTA O DUBLADOR DE TINTIM

Oberdan Jr conversa com o blog em vídeo de duas partes. Confira!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Além de Tintim: Orlando Drummond

Há duas semanas, no dia 18 de outubro, o ator, dublador, radialista e comediante Orlando Drummond Cardoso completou 90 anos de vida. Mais conhecido como Seu Peru, Drummond também ficou muito conhecido por emprestar sua voz a personagens clássicos, como Scooby-Doo, Popeye, Alf, o ETeimoso e Vingador, de Caverna do Dragão.

Mas para os tintinófilos brasileiros o ator fez um trabalho mais que especial. Na série da Nelvana, As Aventuras de Tintin, Orlando Drummond dublou o querido personagem Professor Girassol. Conheça agora um pouco da vida e carreira deste que é um dos maiores nomes da dublagem brasileira.

Vida e Obra

Nascido em 18 de outubro de 1919, no Rio de Janeiro, Drummond iniciou sua carreira em 1942, como contrarregra na Rádio Tupi. Logo começou a participar de alguns programas, e tornou-se ator de rádio-teatro. Anos depois passou pelo cinema, atuando em Rei do Movimento (1954) e Angu de Caroço (1955). O trabalho com dublagem começou em 1960, nos melhores estúdios do país: ZIV, atual Delart, e Herbert Richers. Na TV, o humorista fez grande sucesso como o Seu Peru, da Escolinha do Professor Raimundo, e atualmente faz algumas participações no humorístico Zorra Total.

Praticamente todos os personagens dublados pelo ator fizeram muito sucesso. Entre os de maior repercussão, com certeza não poderíamos deixar de citar Scooby-Doo, e Popeye, mas outros de grande destaque foram: Bionicão, o urso Balu (Mogli: o Menino Lobo), Pacato/ Gato Guerreiro (He-Man), Sargento Garcia (Zorro), Gargamel (Smurfs), Puro Osso (Billy e Mandy), Patolino, Frajola e Frangolino (Tiny Toon), além de muitos outros, tanto em animações como em filmes e séries de TV.

Confira agora um video que traz uma homenagem aos 90 anos do dublador. Aqui, Orlando Drummond, que aos 90 anos ainda está na ativa, aparece emprestando sua inconfundível voz a grandes personagens do cinema e da TV:

Fonte: Wikipedia.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Revista de Arquitetura fala sobre Museu Hergé

Arquitetura de geometria complexa e grandes transparências no Museu Hergé, de Christian de Portzamparc, em Lovaine-la-Neuve, Bélgica

Com geometria complexa, cores vivas e grandes transparências, o projeto - um prisma alongado em forma de navio - evoca com extrema maestria o universo criado por Hergé, o grande mago das histórias em quadrinhos do século 20

Como tornar museológico o universo de um autor de HQ sem arriscar a ênfase, ou pior, a síndrome de parque de diversões? Como interpretar a graça e a legibilidade de Hergé, pseudônimo criado pela inversão das duas primeiras sílabas do nome de Georges Remy, artista gráfico belga, responsável pela criação de personagens e aventuras que marcaram tantas gerações, em todo o mundo? O projeto foi um desafio, mesmo em se tratando de Christian de Portzamparc, prêmio Pritzker de 1994, considerado pela crítica internacional como "o mágico do espaço e da superfície".

O convite para projetar o museu foi feito em 1996 pela própria viúva e herdeira de Hergé, Fanny Rodwell (atualmente casada com Nick Rodwell), e admiradora de sua obra. O arquiteto ficou contente com a escolha do seu nome, embora "um pouco perplexo". Portzamparc já havia projetado bibliotecas e museus para obras clássicas, mas, dessa vez, tratava-se de um museu para Hergé, uma das personalidades mais criativas do século 20, o gênio criador de aventuras que enriqueceram seu imaginário infantil.

Como profundo conhecedor do mundo de Hergé, Portzamparc procurou, desde os primeiros estudos para o projeto, colocar o imaginário no centro de suas reflexões. Em 2001, quando foi definido o local da implantação, em um terreno no meio de um bosque em Louvain-la-Neuve, cidade universitária ao sul de Bruxelas, ele se decidiu pela "imagem de um barco encalhado no meio da floresta". "A obra de Hergé é onírica. De seus álbuns, mesmo quando ele conta histórias de maneira muito concreta, depreende-se um sentimento de irrealidade. Seu mundo tem todas as características da realidade, mas não é a realidade. E era isso o que eu queria para o seu museu."

Os primeiros esboços do projeto foram apresentados a Fanny Rodwell em 2003. Ela aprovou a ideia de um edifício em forma de prisma alongado, com um gigantesco átrio ultraluminoso. Esse espaço, dotado de grandes aberturas envidraçadas, envolve os quatro grandes volumes, de cores e formas diversas, que abrigam, em dois pavimentos, as oito salas de exposição - essas mais sombrias e íntimas. "Esses volumes interiores são como capítulos de um mesmo livro, interligados por passarelas que atravessam o átrio e criam expectativa e curiosidade", acrescenta o arquiteto.

Uma exigência de Fanny Rodwell, plenamente atendida, foi a de que o museu deveria estar destinado a Hergé e não a Tintin, seu personagem mais famoso. No interior do edifício não há representação dos personagens, nem percurso lúdico destinado a crianças. A atmosfera de história em quadrinhos é sempre presente, mas de maneira subliminar. Os motivos coloridos que recobrem os volumes das salas de exposição são ampliações gigantescas de desenhos que figuram nos álbuns das Aventuras de Tintin. As linhas traçadas, as paredes brancas ou as fachadas com as imensas aberturas de vidro, de recortes irregulares, fazem o traço de união com o mundo de Hergé.

Para predispor o visitante à ideia de uma viagem pelo imaginário do artista, o arquiteto projetou uma longa passarela que, como ponte levadiça, sai da praça central da cidade, ultrapassa a rodovia, e chega finalmente à entrada do museu-navio. A fachada se apresenta como duas páginas de um livro aberto: a da esquerda, com a silhueta de Tintin, de costas, dirigindo-se para um navio atracado em um cais; e a da direita, toda branca, apenas com a assinatura de Hergé. A primeira coisa que chama a atenção no museu é o seu interior colorido, onírico, visto através de grandes vidraças recortadas irregularmente, a exemplo das HQ criadas por Hergé.

A visita começa pelo piso superior, no nível dois, onde o visitante percorre quatro salas que apresentam a história e o desenvolvimento das HQ de Hergé. Por um sutil jogo de passarelas e escadas, chega-se ao piso dois, onde outras quatro salas mostram todas as facetas das aventuras criadas pelo artista. O grafista e autor de HQ holandês Joost Swarte, tido na Bélgica como principal discípulo de Hergé, colaborou decisivamente para o sucesso da museografia e apresentação das coleções do museu. Estão expostos aos visitantes, ao abrigo da luz, cerca de 80 pranchas originais, maquetes de navios, 800 croquis e desenhos, pinturas, estudos preparatórios e painéis publicitários, além de obras plásticas e objetos pessoais do artista. No primeiro nível, além do espaço da recepção, ficam os espaços reservados para mostras temporárias (no momento, apresenta o making-of da construção do museu), restaurante, lojas, livraria e salas da administração. Com uma superfície total de 3.600 m², o museu, todo estruturado em concreto, foi concluído em apenas 22 meses.

POR: ÉRIDE MOURA FOTOS: NICOLAS BOREL

Texto reproduzido na íntegra. Para ler um texto do arquiteto Christian de Portzamparcsobre o Museu, acesse o site da Revista aU - Arquitetura e Urbanismo, clicando aqui.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Hergé: O Homem Que Criou Tintim


Essa é uma dica para os mais curiosos admiradores e colecionadores de Tintim: O site britânico Tintin Movie publicará a partir desta segunda-feira uma série de matérias com trechos exclusivos da nova biografia de Hergé, escrita por Pierre Assouline, Hergé: The Man Who Created Tintin.

O livro promete ser um estudo mais aprofundado da vida e obra de Hergé. O autor teve acesso privilegiado a documentos pessoais e estudos sobre o trabalho e vida de Hergé. Ele não se coíbe de questões tão controversas, como o apoio de Hergé ao imperialismo belga no Congo, ou o seu relacionamento com os nazistas durante a ocupação da Bélgica.

Chris Tregenza, editor do site, ainda fará uma entrevista com o autor Pierre Assouline, que segundo ele é cheio de insights interessantes sobre a personalidade e a vida de Georges "Hergé" Remi. Confira abaixo a programação extraída do site, bem como alguns trechos do que poderá ser visto a partir desta semana.
Segunda-feira: Os muitos nascimentos de Tintim
... Houve um conflito imediato entre os editores e Hergé, que nunca toleraria qualquer que tocar suas ilustrações.
Terça-feira: Herge e os nazistas
... Hergé afirmou mais tarde, em uma entrevista: "Eu não tinha escrúpulos sobre como trabalhar com um jornal como o Le Soir".
Quarta-feira: Hergé o colaborador?
Georges Remi seria preso quatro vezes: pela Segurança do Estado, pela Polícia Judiciária, pelo Movimento Nacional da Bélgica, e pela Frente para a Independência. Em todas as ocasiões ele foi libertado.
Quinta-feira: Herge & Fanny - O Primeiro Beijo
Em 1952, entre dois interims da crise resultante do seu estado depressivo, o casal Hergé passou por um ano terrível.
Sexta-feira: Quando Herge Encontrou Spielberg
Demandas de Spielberg foram draconianas. Ele queria o controle total do merchandising do filme, assim, os personagens criados por Hergé, ele queria manter para si os direitos dos quadrinhos e de qualquer série televisiva deles derivados;
Herge: o homem que criou Tintim será publicado no Reino Unido na próxima quinta-feira, 29 de outubro, e duas semanas depois nos EUA. Como ainda não há previsão para chegada no Brasil, vale a pena acessar o TintinMovie.org para ter acesso às informações.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Tintim e a Alfa-Arte 40

Chegamos à página 40! Quem diria que iríamos tão longe?!

Que susto, hein, Tintim! Vai meter o nariz onde não é chamado...

Curiosidade

Para dar mais veracidade às suas obras, Hergé não abria mão de uma boa pesquisa. Nesta página nós vemos uma evidência disso. No porão da mansão de Endaddine Akass, Tintim encontra quadros de artistas famosos, como Modigliani, Renoir e Picasso.

Veja abaixo o quadro de Amedeo Modigliani em que provavelmente foi inspirada a tela que aparece nos quadrinhos, Redhead:

Tintim também é cultura!
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Nick Frost conta mais sobre Tintim

O site ScreenCrave publicou hoje uma entrevista concedida pelo ator Nick Frost a Mali Elfman. Como não poderia deixar de ser, a conversa girou em torno do primeiro longa da trilogia Tintim: 'O Segredo do Licone'.

Veja agora os destaques da conversa, onde o ator falou sobre a tecnologia utilizada no filme, e sobre como é trabalhar ao lado de dois dos maiores diretores de todos os tempos, Steven Spielberg e Peter Jackson:

.: Como foi trabalhar com dois grandes diretores de uma vez? Um estava mais no controle que o outro?
Frost: Não, Steven estava no set e Peter em Wellington, e tinha muitos links ao vivo via iChat. Eu nunca fui dirigido via iChat antes, o que foi uma forma ímpar e não tão desagradável de fazer negócios, apenas um pouco estranho. Steve vinha e dava uma nota e depois, através do sistema de som, você ouvia Peter [Jackson, depois de tirar suas impressões] dizer: "Oi, caras! Vocês podiam tentar isso" e depois viravam a câmera para que pudéssemos vê-lo. Era estranho, sabe?
.: Uma coisa é trabalhar com um deles, mas como foi ter de atuar diante dos dois e como é a sensação de estar num projeto deste tamanho?

Frost: Foi a maior pressão que eu já senti fazendo alguma coisa, não apenas atuando, qualquer coisa. Todos os dias era aquela terrível sensação de que eles iriam descobrir que eu sou um garçom que tropeçou e foi parar no set. Na verdade eu nunca quis ser um ator, eu meio que caí pra dentro...

Tintim foi tão longe da minha zona de conforto que eu senti como se tivesse passado do primário para um mestrado, perdendo todo o resto. Foi muito estressante, pois eu só queria fazer um bom trabalho, sabe? E você não podia vacilar diante de três pessoas tão poderosas como Steve Spielberg, Peter Jackson, e Kathleen Kennedy [produtora do filme]. Peter teve de re-escrever os roteiros quase todas as noites porque estava na Nova Zelândia, então assim que você chegava de manhã, com três ou quatro páginas de novas falas, eles diziam "gravamos esta em 30 minutos, então PREPARE-SE!"
Questionado se Jackson faria aquilo de propósito, o ator confessou não saber os motivos do diretor, mas usou o fuso horário como justificativa.

Agora Frost fala sobre a tecnologia utilizada no filme. Conforme citado pelo entrevistador, em vez de tornar a produção mais fácil para eles, os diretores Spielberg e Jackson decidiram gravar em captura de movimentos, técnica ainda em crescimento, já utilizada em "O Expresso Polar" e "Os Fantasmas de Scrooge" (que estreia no fim do ano). Centenas de câmeras registraram todos os movimentos dos atores, em qualquer ângulo. Aqui o ator explica um pouco como funcionou o processo de gravação...
.: Como a tecnologia afeta a filmagem?
Frost: Eu acho muito avançado tecnicamente. Havia 50 homens no set com computadores e um monitor gigante onde se podia ver o que os personagens estavam fazendo em tempo real. É incrível. Eu ia pegar um copo como Dupond e você via Dupond pegando um copo de café. É maravilhoso de se ver.
.: Foi difícil atuar com tanta coisa acontecendo?

Frost: É uma maneira estranha de atuar, porque você está em uma roupa, e tem uma câmera aqui e você está numa área onde têm 200 câmeras no teto, que acompanham cada movimento... e 10-12 cinegrafistas no set apontando câmeras em você, para referência.

Todos os atores estavam na sala, e todos eles tinham aquelas terríveis roupas pretas apertadas, apropriadas para captura de movimentos. O que é bom se você é Daniel Craig, porque eu tenho certeza que o dele era artesanal e estava lindo, mas eu parecia um grande ovo de Tiranossauro Rex. Era como ensaiar uma peça, mas estava sendo filmado.
.: Antes você era um fã [de Tintim]?

Frost: [suspiro] Não... sim! Fui para W.H. Smiths, comprei todos os livros e fiquei surpreso como eles eram adultos. Li um em que Tintim e Haddock estavam em um avião e Haddock ficou bêbado e bateu na cabeça de Tintim com a garrafa ... louco!
Frost também falou sobre o "intérprete" de Milu, que é chamado na matéria de "cachorro beberrão". Segundo o ator, o fiel companheiro de Tintim no set de filmagem era um tanto bizarro, pois não passava de um cão feito de arame preso a um cabo de vassoura. O "protótipo" era movimentado por uma pessoa, que o guiava pelo cenário.

Durante a entrevista, o ator ainda comenta seu novo trabalho, Pirate Radio, e se mostra bem à vontade, chegando a deitar-se em frente à câmera. Em 'O Segredo do Licorne' - rodado em Santa Monica, Califórina, em fevereiro deste ano - Frost interpreta o detetive Dupond, formando dupla com o amigo Simon Pegg, Dupont. Atualmente em fase de pós-produção, a primeira aventura de Tintim no cinema em décadas estreia no segundo semestre de 2011.
.: Falando nisso...

Nick Frost também está no Twitter. É só seguir @NickjFrost. Dia desses o ator até me respondeu via DM, confirmando que seu personagem no longa será o detetive Thomson (Dupond). Segundo o site ScreenCave, Simon Pegg - que também tem Twitter, @SimonPegg - viverá Thompson (Dupont) por causa do "P" de seu sobrenome.
Para mais informações e curiosidades, siga-me no Twitter:
twitter.com/Britto_PH
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sábado, 17 de outubro de 2009

10 melhores viagens à Lua

Uma lista publicada pelo jornalista John Mullan no site britânico The Guardian trouxe os dez melhores livros que falam sobre viagens do homem à lua. Entre os citados aparecem grandes autores, como H.G. Wells e Julio Verne.

Como Tintim foi um dos primeiros a visitar nosso satélite, é claro que sua aventura Explorando a Lua não poderia ficar de fora!

Confira a lista completa dos títulos (em inglês) e seus respectivos autores:
A True Story - Lucian;
Somnium - Johannes Kepler;
Voyage dans la Lune - Cyrano de Bergerac;
The Consolidator - Daniel Defoe;
From Earth to the Moon - Julio Verne;
The First Men in the Moon - H.G. Wells;
Doctor Dolittle in the Moon - Hugh Lofting;
Prelude to Space - Arthur C. Clarke;
The Moon Is a Harsh Mistress - Robert A. Heinlein;
Explorers on the Moon - Hergé.
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Capas alternativas de Tintim

As imagens acima lhe parecem familiares?! Pois são mesmo. Fãs do trabalho de Hergé no mundo todo continuam a criar releituras de capas e álbuns de Tintim. No blog Mortimer et Blake versus Tintin, é possível ver uma série de adaptações, que em sua maioria trazem como destaque os personagens Blake e Mortimer, criados pelo desenhista belga Edgar P. Jacobs, um dos seguidores da técnica de ligne-claire (linha clara), cujo principal precursor fora Hergé.

Outro local onde os tintinófilos poderão encontrar capas alternativas de Tintim é no álbum do Flickr Tintin en Donostia, onde aparecem principalmente criações originais.

As dicas são do site Objectif Tintin.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Tintim e a Alfa-Arte 39

Enfim chegou a nova página... Essa foi quase uma noiva!

.: Continue no aguardo, pois já está próximo o dia: "A Evolução da Alfa-Arte" - em breve, com a página 43...
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Vilões de Tintim: Gibbons e Chicklet

Gibbons e Chicklet, dois personagens criados por Hergé, dois inimigos de Tintim. Na última página de Tintim e a Alfa-Arte publicada aqui, nosso repórter encontrou os conhecidos vilões na casa do mago Endaddine Akass - que também não parece nada santo... Mas quem são eles? Se você não lembra (ou não sabe nada) do passado dessas duas figuras, o blog te ajuda agora.

W. R. Gibbons

Grande industrial americano, fez sua primeira aparição na página 7 do álbum O Lótus Azul (1936). Com características de um típico e cruel imperialista, Gibbons já estreia mostrando-se insensível e racista, o que fica evidente quando ele agride e insulta um jovem chinês. Tintim tenta impedi-lo, e vencendo uma luta, conquista o ódio do rico empresário, que promete se vingar.

Com a ajuda de seu amigo J. M. Dawson, chefe da Polícia da Concessão Internacional (que também aparece no álbum Perdidos no Mar - ou Carvão no Porão), Gibbons informa sobre o repórter às autoridades japonesas, mas acaba sendo preso por passar informações falsas. Apesar de tudo, o vilão não é culpado por nenhum crime. No entanto, sua ligação com Dawson já o torna suspeito...

R. W. Chicklet

Chamado de Mr. Trickler em inglês, esse empresário corrupto apareceu pela primeira vez em O Ídolo Roubado (ou A Orelha Quebrada, 1937). Agente da General American Oil, ele chega a San Theodoro, terra do General Alcazar, ao supor que há uma grande reserva de petróleo disponível no Gran Chapo (trocadilho com "grand chapeau", ou "grande chapéu"), região que o país divide com o vizinho Nuevo-Rico.

Para assumir o controle total do petróleo, Chicklet decide provocar uma guerra entre os vizinhos. Procurando ainda mais lucro, negocia a venda de armas com seu sócio não menos corrupto Basil Bazaroff (personagem baseado no real Basil Zaharoff).


A inimizade com Tintim começa quando ele tenta subornar o jovem, então coronel em San Theodoro, para que este convença o General sul-americano a declarar guerra ao país vizinho. Obviamente ele não consegue, e temendo que Tintim estrague seu plano, tenta assassiná-lo - sem sucesso. Chicklet parte então para o próprio Alcazar, e além de induzi-lo a guerrear, citando vantagens pessoais que teria por vencer a disputa, semeia dúvidas quanto à lealdade de Tintim, apresentando até mesmo "provas" de que o repórter é, na verdade, um espião. Assim, Tintim é preso e condenado à morte, sem julgamento.

Chicklet fica muito satisfeito ao saber que, após uma tentativa de fuga, Tintim teria morrido. Mas com certeza não sente a mesma alegria ao descobrir que a região do Gran Chapo não tem petróleo algum...

.: Curiosidade: Em O Ídolo Roubado, Hergé satiriza a influência dos empresários na Guerra do Chaco, travada entre Bolívia e Paraguai de 1932 a 1935. Eles estavam interessados nas grandes quantidades de petróleo presentes na região próxima aos Andes, conhecida como Gran Chaco.
Com informações da Wikipedia.

SAIBA MAIS SOBRE OUTROS PERSONAGENS (AGORA OS BONZINHOS) DAS AVENTURAS DE TINTIM:

Milu, o fiel companheiro
Nestor, o mordomo de Moulinsart
Serafim Lampião, agente de seguros
Abdallah, o herdeiro de Khemed
Ben Kalish Ezab, o Emir
Dupond e Dupont, gêmeos?! - parte 1 e parte 2
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sábado, 3 de outubro de 2009

Tintim e a Alfa-Arte 38

Eis aqui mais uma colorida e divertida página de nossa aventura...

Curiosidades

Entre os seguidores de Endaddine Akass estão duas figuras conhecidas de outras aventuras de Tintim, os vilões Gibbons e Chicklet. Na próxima postagem você vai conhecer, ou relembrar, um pouco mais sobre os personagens e suas aparições anteriores...
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Veja também

Veja também
Site oficial de Tintim

Arquivo TPT