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Globo Livros lança réplicas das versões originais de Tintim

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PELA PRIMEIRA VEZ EM CORES

Veja a capa da nova edição de "No País dos Sovietes"

AS ATADURAS DE TINTIN

Infográfico reúne todas as pancadas que Tintim já levou

TPT ENTREVISTA ISAAC BARDAVID

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TPT ENTREVISTA O PRIMEIRO TINTIM DO CINEMA

Jean-Pierre Talbot fala tudo sobre os únicos filmes de Tintim com atores reais

70 ANOS DO JOURNAL TINTIN

Publicações e eventos marcam o aniversário da revista

TPT ENTREVISTA O DUBLADOR DE TINTIM

Oberdan Jr conversa com o blog em vídeo de duas partes. Confira!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Promoção Hergé 107 Anos: Até dia 30 de Maio!



Não esqueça de enviar sua resposta à questão abaixo para o e-mail contato@tintimportintim.com até o dia 30 de maio. Você vai concorrer a dois álbuns gigantes de Quick e Flupke, personagens criados por Hergé, o pai de Tintim.

Qual a maior diabrura que Quick e Flupke aprontariam se viajassem até o século 21?


Para saber mais, clique aqui.
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domingo, 25 de maio de 2014

O que esperar de um novo projeto de Tintim para TV?

Entre as declarações de Nick Rodwell sobre os planos para dar mais visibilidade a Tintim, chamou atenção uma novidade: "Há também ideias para o desenvolvimento de projetos de televisão em torno de Tintim. Mas nada está assinado ainda", disse o administrador da Moulinsart.

Com isso, começam a surgir nas mentes dos tintinófilos especulações sobre o que seriam esses projetos para TV. Será que poderíamos esperar uma nova série, em animação ou quem sabe com atores reais? Que dizer de um telefilme ou documentário? A verdade é que não sabemos se esses supostos projetos vão sair do papel, nem mesmo se realmente existem ou se é apenas conversa para gerar repercussão. Porém, cogitando que o contrato seja assinado, que possibilidades seriam mais interessantes no cenário atual?

Desenho animado: A série de animação da Nelvana, produzida no início dos anos 1990, foi um sucesso incontestável. Foi graças a ela que Tintim alcançou um público ainda maior que o conquistado pelos álbuns. Mas uma nova série animada não faria sentido se todos os episódios fossem baseados nos álbuns, pois esta tarefa a versão dos anos 90 já cumpriu bem. Seria necessário, então, escrever novos roteiros exclusivos para os desenhos animados. A princípio, não existe nenhuma restrição quanto a isso, já que não seria um novo álbum e teoricamente não desrespeitaria o desejo de Hergé. A questão seria escolher a técnica adequada: animação tradicional ou computadorizada? Um visual fiel ou mais estilizado? Vale citar que, apesar de uma certa rejeição inicial, séries como "Chaves" e "Mickey Mouse" ganharam uma sobrevida com suas novas versões em desenho, com direito até a prêmios.

Série em live-action: Apesar de ser algo bem improvável, por que não? Um exemplo de série muito bem-sucedida e que poderia servir de modelo é "Sherlock", da BBC. Tudo bem que não se trata de uma adaptação de histórias em quadrinhos, mas os roteiristas conseguiram um grande feito ao adaptar os livros originais de uma forma moderna e inovadora, trazendo um tom contemporâneo às investigações do final do século 19. E o melhor: conseguiram a façanha de agradar aos fãs dos livros de Conan Doyle e atrair um público imenso ao redor do mundo. Será que com Tintim seria diferente?! O que você acharia de uma série nesse estilo?

Filmes para TV. Uma parceria com emissoras norte-americanas seria uma boa pedida, se bem executada. A própria Nickelodeon, braço da Paramount na televisão, já teve alguns exemplos bem-sucedidos, como os filmes com atores e animação computadorizada baseados em "Os Padrinhos Mágicos". Esse pode não ser o gênero ideal para alguns, mas poderia dar certo para atrair a molecada.

Documentários: Tenho certeza de que esta é a alternativa mais provável. É o tipo de produto que interessa a Moulinsart, que sempre teve uma visão mais elitista e, consequentemente, restritiva. Mas até para eles esta é a ideia menos lucrativa. Para exemplificar: a excelente série de documentários "Sur les traces de Tintin", que seguia os passos do repórter por alguns países por onde passou, tinha um conteúdo e uma edição de primeira - veja a abertura aqui. Mas você já viu a versão em português? É, ela não existe. Alguns países europeus transmitiram a série na televisão ou lançaram em DVD. Mas, no Brasil e em outros países ao redor do mundo, nada.

Documentário não é comercial, então não vende e não dá tanta audiência como um filme, série ou desenho. Esta, porém, é minha aposta. Qual é a sua?
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sábado, 24 de maio de 2014

Nick Rodwell fala sobre os projetos de Tintim para cinema, quadrinhos e TV

Nick Rodwell, administrador da obra de Hergé, concedeu uma entrevista reveladora ao Le Soir, jornal belga que acaba de formar uma parceria com a Moulinsart para publicar notícias relacionadas a Tintim em uma página própria (clique aqui e confira). O marido de Fanny Rodwell falou ao jornalista Daniel Couvreur sobre o insucesso do Museu Hergé, comentou sobre os projetos envolvendo novos álbuns, televisão e, claro, o segundo filme de Tintim. Pelo menos neste respeito, as notícias não são nada animadoras.


Novo filme


Questionado sobre o silêncio de Peter Jackson a respeito da sequência do longa "As Aventuras de Tintim" (2011), Nick Rodwell respondeu: "Ele é um homem muito ocupado! Não vai começar este ano, porque ele dedicou toda a sua energia às três partes de 'O Hobbit'. Ele deve concluir tudo isso antes de ter tempo para Tintim. É ele quem decide". Segundo o Lapresse, o marido de Fanny Rodwell explica que o filme "não ficará pronto antes 2017".

Rodwell também reconhece que o desempenho do primeiro filme pode contribuir para o atraso do segundo: "Você também deve saber que o primeiro filme, de Spielberg, custou US$ 200 milhões. Em Hollywood, eles querem faturar o triplo. Tintim rendeu 374 milhões, enquanto esperavam 600 milhões e onde Indiana Jones fez 800. Aos olhos de Hollywood, não é um verdadeiro sucesso financeiro. Dado o potencial de Tintim, o próximo filme não deve custar mais de US$ 125 milhões. Se Peter Jackson se adaptar, não haverá problema. Se ele também quiser US$ 200 milhões, como Spielberg, vai ser difícil cumprir o orçamento...", conclui.

Novo álbum


Com respeito a um novo álbum, apesar de sua esposa ter se mostrado contra (saiba mais aqui), Nick Rodwell afirma que a ideia está sim em andamento, mas que não se trata de uma aventura inédita, criada por outro autor. "O projeto de colorir 'Tintim no País dos Sovietes' ainda está em estudo, e caminha para ser lançado em forma de e-book", informa o administrador da Moulinsart.

Página de 'Tintin et le Thermozéro', projeto inacabado de Hergé.

"Em relação a 'Tintin et le Thermozéro', temos encontrado muita coisa nos arquivos. A questão, antes de qualquer projeto de álbum, é saber por que Hergé não foi até o fim desta aventura", explica. Para quem não sabe, o antigo colaborador de Hergé falou sobre isso em uma entrevista que pode ser lida aqui.

Museu Hergé


Apesar de receber uma boa avaliação dos visitantes, o Museu Hergé, inaugurado há cinco anos, tem atraído bem menos visitantes que o esperado. Um dos agravantes é acessibilidade, já que o espaço fica na cidade de Louvain-la-Neuve, a uma distância considerável da capital belga, Bruxelas. "O arquiteto infelizmente não construiu o museu de Lego, de modo que, obviamente, ele não pode se mover para Bruxelas ou Antuérpia", explica Nick Rodwell, admitindo sobre a escolha da cidade universitária: "A culpa foi nossa".

Nick Rodwell e Nat Neujean, que tem suas esculturas expostas no Museu Hergé

Rodwell informa ainda que os planos para melhorar a situação do museu incluem parcerias e grandes exposições. "Decidi ir para outros lugares, para Paris, Bruxelas, Angoulême, investir nossas energias em novos projetos", conta ele. "O museu vai, portanto, ultrapassar suas paredes", continua. "Temos muitas peças em nossas reservas, e é mais interessante mostrá-las, fazendo-as viajar, do que deixá-las em caixas... Temos excelentes contatos com Angoulême [que realiza um festival anual de quadrinhos] para realizar um evento de Tintim a cada ano".

Televisão


Sobre a ideia de aumentar a visibilidade da obra de Hergé, Rodwell revela: "Há também ideias para o desenvolvimento de projetos de televisão em torno de Tintim". Mas faz uma ressalva: "Nada está assinado ainda".

Para ler a entrevista completa (aqui não temos nem a metade), acesse este link (em francês).
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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Fatos em Fotos: Os amores de Hergé

Nos 107 anos de Hergé, o TPT resolveu lembrar do criador de Tintim de uma forma diferente. Sempre se fala sobre vida e da obra do gênio dos quadrinhos belga, mas muito pouco se sabe sobre os amores que ele viveu. Então, que tal conhecer um pouco sobre as mulheres que Georges Remi amou? Clique nas fotos para ampliá-las.


Em toda sua vida, Georges Remi viveu bem mais de um romance. O cartunista teve sua primeira namoradinha ainda jovem. Ela atendia pelo nome de Marie-Louise van Custem. Seu apelido, uma abreviação de seu primeiro nome, teria sido uma das inspirações para o nome do cachorro de Tintim, Milou (saiba mais aqui). Teria sido esta a primeira prova de amor do jovem Hergé?


Germaine Kieckens foi a primeira esposa de Hergé. Nascida em 1906, ela trabalhava como secretária do padre Norbert Wallez, chefe de Hergé no Le Vingtième Siécle, jornal que apresentou Tintim ao mundo. Foi ela quem assinou como Milu nas primeiras cópias autografadas do álbum "Tintim no País dos Sovietes", enquanto Hergé autografava como Tintim.

Apesar do interesse do jovem Remi, a elegante ruiva nunca escondeu sua queda por homens mais velhos - supostamente pelo próprio chefe, que a inspirava. Germaine só cedeu aos encantos de Hergé depois de anos de convivência, quando o padre Wallez incentivou seus jovens empregados a se casar. Com isso, a união de Georges e Germaine foi sacramentada em 1932.

Mais tarde, Germaine chegou a confessar que nunca foi louca de amores por Georges. E parece que, pelo menos com o tempo, a recíproca se tornou verdadeira, pois Hergé passou a ter vários casos extraconjugais. Durante um longo período que o marido passou longe de casa e do trabalho, Germaine pediu que ele voltasse, se não por ela, por Tintim.

Apesar do divórcio, Hergé voltou a ter contato com Germaine Kieckens nos últimos anos de sua vida. Os dois se viam semanalmente, e cultivaram uma amizade digna dos anos de convivência. Germaine morreu em 1995.

Um daqueles casos extraconjugais despertou novamente o amor do já não tão jovem cartunista. Fanny Vlamynck, que foi colorista dos Studios Hergé, sempre foi ma mulher muito bonita, chegando a ser comparada com a atriz Greta Garbo. O relacionamento com Hergé começou no mesmo ano de sua contratação, 1956. Porém, este não foi um simples affair. Foi com ela que Georges Remi se casou em 1977, e com ela que ficou junto até sua morte, em 1983.


Quase três décadas mais nova que seu primeiro marido (ela nasceu em 1934), Fanny se tornou viúva com quase 50 anos. Hoje, ela administra o espólio de Hergé ao lado de Nick Rodwell, com quem se casou em 1993. Assim como as outras mulheres que passaram pela vida do pai de Tintim, Fanny não teve filhos. Infelizmente.
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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Promoção Hergé 107 anos: Concorra a dois álbuns gigantes de Quick e Flupke!

Para marcar os 107 anos que Hergé completaria no próximo dia 22 de maio, o TPT traz para você um concurso que irá presentear dois leitores com um álbum gigante de outra criação do pai de Tintim: Quick e Flupke.


Criados em 1930, a dupla de meninos de Bruxelas ganhou um volumão de mais de 180 páginas em seu primeiro lançamento no Brasil, no segundo semestre do ano passado. Publicado pela Globo Livros Graphics, o álbum de excelente qualidade "As Diabruras de Quick e Flupke" terá uma continuação dentro de alguns meses. Mas enquanto o lançamento do segundo volume não acontece, você (e mais um leitor) pode ter a sorte ler cada uma das divertidas tirinhas estreladas pelos levados garotos - e o melhor: de graça!


Para participar, basta usar a criatividade e enviar para o email contato@tintimportintim.com, até o dia 30 de maio, uma resposta à seguinte questão:

Qual a maior diabrura que Quick e Flupke aprontariam se viajassem até o século 21?

Os autores das duas respostas mais criativas ganharão um volume, cada. Participe e sucesso!
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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Viúva de Hergé é contra um novo Tintim

Parece que as coisas vão mal para quem tem esperanças de ver um novo álbum de Tintim nas livrarias. Depois de tanto burburinho causado pelas declarações de Nick Rodwell, sua esposa Fanny Rodwell (foto), herdeira de Hergé, demonstrou claramente que é contra a publicação de novas aventuras do repórter.


Em entrevista ao último número da revista belga Paris Match, ela declarou: "Não haverá um novo Tintim". Embora reconheça que "muitos gostariam de fazer, e eu tenho certeza que fariam muito, muito bem", ela alega que se "deve respeitar a obra", e recorda: Hergé "não queria que [seu trabalho] fosse retomado por outro, e devemos respeitar seus desejos. Vamos dar a César o que é de César".

Sobre a notícia de um novo álbum até 2053, que impediria a queda da obra de Hergé no domínio público daqui a 40 anos, Fanny concorda que talvez nada possa ser feito, e explica que até lá "a sociedade terá mudado" muito, então não há como saber o que será de Tintim, "talvez não esteja mais na mente dos jovens". "Deus sabe o que terá acontecido até lá, talvez o mundo exploda, também! É difícil prever essas coisas", conclui.

Fanny foi casada com Georges Remi de 1977 até sua morte, em 1983. Em 1993, casou-se com Nick Rodwell, que há mais de 20 anos administra a Moulinsart S.A. com uma política muitas vezes criticada por fãs e jornalistas.

As recentes declarações da herdeira universal dos direitos de Hergé contradizem o que seu atual marido andou propagando - que a empresa estaria disposta a lançar um novo álbum em quadrinhos de Tintim, talvez finalizando alguma obra inacabada. Em todo caso, cabe a ela a decisão final sobra o lançamento de uma nova aventura até 2053. Como a própria Fanny sugeriu, porém, resta saber se um deles - ou de nós, meros leitores - estará vivo até o fim deste prazo.

:: Em tempo: Na entrevista, Fanny Rodwell ainda comentou sobre o Museu Hergé e o papel de seu atual marido na gestão do espólio de Hergé. Sobre o silêncio de Steven Spielberg e Peter Jackson a respeito de um novo filme de Tintim, ela diz ter certeza que o primeiro não foi um sucesso comercial, "ou Spielberg já teria começado o próximo".

Com informações dos sites ActuaBD e Bob de Moor Info.
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domingo, 11 de maio de 2014

Fatos em Fotos: Os pais de Hergé


Quem são os pais de Hergé? Mais de uma vez recebi este questionamento dos seguidores do blog. Todos sabem que o artista nasceu na Bélgica; a maioria sabe que isso aconteceu no dia 22 de maio de 1907; mas poucos conhecem a origem familiar de Georges Prosper Remi.

Na foto, Hergé entre seus pais, Alexis e Elisabeth.

O criador de Tintim nasceu em Etterbeek, comuna belga situada na região da capital, Bruxelas. Alex Remi (1882-1970), seu pai, trabalhava em uma fábrica de confecções para crianças junto com seu irmão gêmeo, Leon. Já sua mãe, Elisabeth Dufour (1882-1946), era dona de casa e trabalhou como costureira. Os dois se casaram em 18 de janeiro de 1905, e moravam na rua Cranz, 25, onde seu futuro famoso filho nasceria dois anos depois. Em 1912, o casal teve seu segundo filho, Paul, que seguiu carreira militar. Conta-se que a mãe de Hergé sofria de graves problemas mentais, o que teria levado à sua morte em um hospital psiquiátrico, em 1946.

A foto saiu do livro "Hergé: Portrait intime du père de Tintin", de Benoît Mouchart e François Rivière. Para ler um artigo relacionado (em francês), clique aqui.
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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Você sabia? Maio é o mês de Hergé

No dia 22 de maio de 2014, o pai de Tintim completaria 107 anos. Por este motivo, o TPT está preparando um mês especial, com Fatos em Fotos e curiosidades sobre a vida e obra de Hergé. Para começar, descubra uma curiosidade sobre os primórdios da carreira de Georges Remi.


O cartunista começou a carreira ainda adolescente, desenhando para jornaizinhos de escoteiros como o Jamais Assez e o Le Boy-Scout Belge. Durante esta época, o jovem artista testou várias assinaturas, entre elas "G. Remi", "R", "Remi", "Jérémiades" e 'Jérémie" - estes últimos relacionados à pronúncia da inicial do seu primeiro nome junto com o sobrenome: G. Remi (algo como Gerremí). Só mais tarde, em 1924, utilizou pela primeira vez as iniciais invertidas (R.G.), tornando-se conhecido mundialmente como Hergé (pronuncia-se Ergê).
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