COLEÇÃO DE FIGURAS DE TINTIM FINALMENTE NO BRASIL

Todos os detalhes do lançamento da Planeta DeAgostini

ÁLBUNS DE TINTIM EM PRETO-E-BRANCO CHEGAM AO BRASIL

Globo Livros lança réplicas das versões originais de Tintim

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Série inédita baseada em "O Lótus Azul" é transmitida no rádio

PELA PRIMEIRA VEZ EM CORES

Veja a capa da nova edição de "No País dos Sovietes"

AS ATADURAS DE TINTIN

Infográfico reúne todas as pancadas que Tintim já levou

TPT ENTREVISTA ISAAC BARDAVID

Assista o bate-papo com o dublador do Capitão Haddock

TPT ENTREVISTA O PRIMEIRO TINTIM DO CINEMA

Jean-Pierre Talbot fala tudo sobre os únicos filmes de Tintim com atores reais

70 ANOS DO JOURNAL TINTIN

Publicações e eventos marcam o aniversário da revista

TPT ENTREVISTA O DUBLADOR DE TINTIM

Oberdan Jr conversa com o blog em vídeo de duas partes. Confira!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Tintim e a Alfa-Arte 7

No ar a sétima página da aventura. Está começando o mistério...

Curiosidades

.: Aqui aparece o pestinha Abdallah. Chega a ser irritante o modo como o Emir trata seu filho...

.: Khemed - citado no primeiro quadrinho da segunda linha - é úm país fictício, criado por Hergé, cuja capital é Wadesdah. O Emir Mohamed Ben Kalish Ezab é o governante supremo deste pequeno emirado árabe, rico em petróleo, aparentemente situado na Península Arábica, nas costas do Mar Vermelho.

.: A primeira aparição de Khemed foi no álbum "Tintim no País do Ouro Negro", mas o país também foi lembrado em outra aventura: "Perdidos no Mar".

Na imagem acima, à direita, você vê a bandeira de Khemed; à esquerda, um quadrinho de "Tintim no País do Ouro Negro"; e abaixo, um mapa do país desenhado por Hergé para o álbum "Perdidos no Mar" - clique para ampliar.

.: Já Sardenha e Córsega - citadas na mesma linha - realmente existem. São ilhas localizadas no Mar Mediterrâneo. Ajaccio, berço de Napoleão Bonaparte, é a capital da Córsega. À esquerda, um hotel nas Ilhas Sanguinárias.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Escolhido o protagonista de As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne

Conforme anunciado, as filmagens da adaptação de Tintim para o cinema começaram nesta segunda-feira, 26 de janeiro. Com isso, mais nomes foram anunciados para o elenco, que já conta com os atores Andy Serkis (Capitão Haddock, e certamente seu antepassado, Sir. Francis Haddock), Simon Pegg e Nick Frost (Dupond e Dupont). Confira abaixo:

Com a saída de Thomas Sangster, Jamie Bell - que já atuou em longas como Billy Elliot, King Kong, Jumper e Defiance - é o novo escolhido para interpretar o repórter criado por Hergé. Vale ressaltar que o inglês é um pouco mais velho que Sangster, o novo Tintim tem 22 anos.

Outro nome que agora integra o elenco é Daniel Craig - o atual James Bond, que trabalhou com Bell em Defiance. O britânico viverá o pirata Rackham, o Terrível.

O título oficial do filme também foi anunciado. Será The Adventures of Tintin: Secret of the Unicorn (As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne), e como se sabe, terá como base os álbuns "O Segredo do Licorne" e "O Tesouro de Rachkam, o Terrível".

Detalhes da ficha técnica também foram reveladas: os roteiristas Stephen Moffat (roteirista da série Dr. Who), Edgar Wright (co-autor e diretor de Chumbo Grosso e Todo Mundo Quase Morto; estrelados por Simon Pegg e Nick Frost) e Joe Cornish aparecerão nos créditos.

Outros nomes mencionados para o elenco, mas com papéis ainda desconhecidos foram Gad Elmaleh (que fez vários filmes em francês), Toby Jones (voz de Dobby, o elfo doméstico de Harry Potter) e Mackenzie Crook (Piratas do Caribe ).

A Paramount Pictures lançará o filme em todos os Estados Unidos, territórios de língua inglesa e na Ásia, excluindo a Índia. A Sony Pictures Releasing International distribuirá o filme na Europa Continental, a Europa Oriental, América Latina (o que inclui o Brasil), Índia e no restante do mundo.

Com a produção iniciada ontem, o filme 3D em captura de movimentos agora tem lançamento previsto para 2011.

Fique ligado no blog As Aventuras de Tintim para saber mais sobre a trilogia.

Créditos: Tintin Movie.org
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sábado, 24 de janeiro de 2009

80 anos pelo mundo: Universo HQ


Tintim completa 80 anos de aventuras

Mesmo sem uma aventura inédita há décadas, criação máxima do belga Hergé continua em alta no mundo todo

Por Sérgio Codespoti (12/01/09) - UNIVERSO HQ

Tintim surgiu em 10 de janeiro de 1929, no suplemento juvenil Le Petit Vingtième, do jornal belga Le Vingtième Siècle, pelas mãos de Hergé (pseudônimo de Georges Remi).

O herói, portanto, completou 80 anos no dia 10 de janeiro de 2009. Durante essas oito décadas, o personagem foi publicado em quase 60 idiomas (inclusive vários dialetos como alsaciano, occitano e valão), virou filme com marionetes, desenho animado, seriado de TV, peça de teatro, comédia musical, dois filmes (na década de 1960, com Jean-Pierre Talbot no papel principal) e deve voltar aos cinemas no século 21, pelas mãos de dois mestres da aventura: Steven Spielberg e Peter Jackson.

O jovem repórter também já passou por diversos museus, incluindo: exposição permanente no Museu de Quadrinhos de Bruxelas; mostra permanente no castelo de Cheverny, no vale do Loire (que foi usado como referência para o castelo de Moulinsart, a residência do capitão Haddock) e até no Centro George Pompidou, em Paris, na França.

Hergé, o "pai" de Tintim, ganhou um museu próprio em 2007, que deverá abrir as portas em maio deste ano.

Além disso, Tintim e Hergé já foram alvo de diversas homenagens, incluindo estátuas, moedas comemorativas, dezenas de selos e até relógios da Swatch.

Hergé cristalizou, com Tintim, o estilo de desenho conhecido como linha clara (que já era utilizado por alguns artistas como Alain Saint-Ogan) e se tornou o símbolo e o principal exemplo desta vertente popular até hoje. Por isso, Hergé é conhecido como o "pai" da linha clara.

Para dar uma ideia da importância de Tintim dentro não só dos quadrinhos europeus, mas mundiais, o catálogo enciclopédico das HQs franco-belgas, Trésors de la bande dessinée BDM, dedicou 78 páginas a livros e álbuns de Tintim e Hergé. Incluindo não apenas os oficiais da série, mas todos os especiais, livros teóricos (que são centenas) e até publicações piratas.

Os álbuns da série podem ser divididos em duas partes: na primeira, Tintim se aventura apenas acompanhado de seu cachorro Milu, e ocasionalmente dos detetives Dupont e Dupond. Na segunda, está acompanhado do capitão Haddock, um velho marinheiro beberrão, e de outros coadjuvantes, como o professor Girassol e o mordomo Nestor.

Tintim é uma evolução da primeira série de Hergé, sobre Totor um escoteiro líder da patrulha dos Hannetons, lançada em julho de 1926. Paul Remi, irmão de Hergé, que era um oficial do exército belga, também serviu de inspiração para Tintim.

Segundo uma teoria atual, o nome Tintim teria sido uma homenagem de Hergé ao álbum Tintin Lutin, de 1897, de Benjamin Rabier e Fred Isly.

Tintim foi a primeira série de Hergé cujos diálogos saíam das bocas dos personagens, como já acontecia nos quadrinhos norte-americanos da época.

Sua aventura inicial, Tintim no País dos Sovietes, foi lançada em 10 de janeiro de 1929, como uma história seriada na edição número 11 do suplemento Le Petit Vingtième.

O repórter Tintim é enviado à então União Soviética, e tem de lidar com os bolchevistas. Hergé publicava duas páginas por semana, ligando-as aos episódios anteriores, mas não tinha muita certeza do que fazer com a história. A jornada terminou em 8 de maio de 1930.

Tintim havia se tornado um personagem muito popular e entraria para a história como um dos clássicos dos quadrinhos. Para celebrar o término da primeira aventura, em 8 de maio de 1930, ocorreu o retorno triunfal do repórter na Gare du Nord, de Bruxelas (estação norte, dos trens vindo de Colônia, na Alemanha).

A ideia foi do padre Wallez, editor do suplemento. Hergé selecionou e vestiu um jovem para interpretar Tintim, que foi acolhido como herói por centenas de fãs em seu retorno de trem, supostamente da União Soviética. Esta relação entre Tintim, os trens e a ferrovia belga é celebrada até hoje, com um grande painel na estação central de Bruxelas.

Em 1930, foi lançado o primeiro álbum encadernado de Tintim, compilando a aventura recém-publicada pela Éditions du Petit Vingtième. Uma edição dessa época foi vendida num leilão em 2007, por 7 mil euros, no câmbio atual, o equivalente a R$ 21.630,00.

Ainda em 1930, Tintim começou a quebrar fronteiras e passou a ser publicado na França. No total, foram lançados 24 álbuns. Os primeiro nove volumes saíram originalmente em preto e branco e, atualmente, a Casterman disponibiliza não apenas as versões coloridas e modernas dessas histórias, mas também as edições fac-símiles dos originais, que são reproduções fiéis de como o material foi publicado na época.

Estes nove álbuns são:
1- As Aventuras de Tintim repórter do "Petit Viengtième" no País dos Sovietes (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1929, e como álbum em 1930);

2- As Aventuras de Tintim - Tintim no Congo, volume lançado anteriormente no Brasil com o título Tintim na África (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1930, e como álbum em 1931);

3- As Aventuras de Tintim - Tintim na América (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1931, e como álbum em 1932);

4- As Aventuras de Tintim - Os Charutos do Faraó (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1932, e como álbum em 1934);

5- As Aventuras de Tintim - O Lótus Azul (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1934, e como álbum em 1936);

6- As Aventuras de Tintim - O Ídolo Roubado (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1936, e como álbum em 1937);

7- As Aventuras de Tintim - A Ilha Negra (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1937, e como álbum em 1938);

8- As Aventuras de Tintim - O Cetro de Ottokar (publicado em tiras no jornal Le Petit Vingtième em 1938, e como álbum em 1939);

9- As Aventuras de Tintim - O Caranguejo das Pinças de Ouro, volume lançado anteriormente no Brasil com o título O Caranguejo das Tenazes de Ouro (publicado em tiras em 1940, no Le Soir Jeunesse, e como álbum em 1941);
O livro Tintin - Noir sur Blanc, da Casterman, de Marcel Wilmet, é um índice muito minucioso do trajeto editorial e de todas as versões em variantes dos álbuns em preto e branco, com detalhes de publicação, tiragens, diferenças de capa e conteúdo etc.

Um detalhe importante dessa época se deve à Segunda Guerra Mundial e à chegada do nazismo. Com a Bélgica e a França ocupada pelos nazistas, Hergé teve dificuldades crescentes para publicar as aventuras de Tintim nos jornais, não apenas devido à censura, mas também por causa da escassez de papel.

Em 10 de maio de 1940, os alemães fecharam o jornal Le Vingtième Siècle, consequentemente cancelando Tintim. Em 1939, Hergé havia começado a publicar a história Tintim no País do Ouro Negro, que foi interrompida bruscamente em 1940, e só foi retomada em 1948. E no seu lugar começou a aventura O Caranguejo das Pinças de Ouro.

É por isso que a participação do capitão Haddock nesta aventura é um pouco estranha e abrupta. O personagem não havia sido criado quando a aventura começou, em 1939, mas já tinha participado de várias histórias em 1948, quando o álbum foi retomado na revista semanal Journal de Tintin.

Curiosamente, neste período a história também foi interrompida entre julho e outubro de 1949, devido a uma depressão de Hergé.

Todos esses volumes, exceto Tintim no País dos Sovietes, foram relançados em cores. Alguns sofreram pequenas modificações e um deles acabou sendo completamente redesenhado: Tintim no Congo, que teve seu conteúdo modificado devido ao tom colonialista do original, algo comum na época, mas que nos dias atuais é visto como racismo, particularmente quando examinado fora de seu contexto histórico.

A Ilha Negra, lançado em cores em 1943, foi completamente redesenhado quando chegou o momento de publicar esta aventura na Inglaterra pela primeira vez, em 1966. O responsável por esta atualização, principalmente de cenário, roupas, veículos e objetos, da década de 1930 para 1960 foi Bob de Moor, um dos assistentes de Hergé.

As aventuras seguintes, que já tiveram seus álbuns publicados em cores são:
10- As Aventuras de Tintim - A Ilha Misteriosa (publicado em tiras - em preto e branco - no jornal Le Soir Jeunesse em 1941, e como álbum colorido em 1942);

11- As Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne (publicado em tiras - em preto e branco - no jornal Le Soir Jeunesse em 1942, e como álbum colorido e reformatado em 1943);

12- As Aventuras de Tintim - O Tesouro de Rackham, o Terrível (publicado em tiras - em preto e branco - no jornal Le Soir Jeunesse em 1943, e como álbum colorido e reformatado em 1944);

13- As Aventuras de Tintim - As Sete Bolas de Cristal (publicado em tiras - em preto e branco - no jornal Le Soir Jeunesse em 1943, e como álbum colorido e reformatado em 1948);

14- As Aventuras de Tintim - O Templo do Sol (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1946, e como álbum colorido e reformatado em 1949);

15- As Aventuras de Tintim - Tintim no País do Ouro Negro (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1948, e como álbum colorido em 1950);

16- As Aventuras de Tintim - Tintim Rumo à Lua (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1950, e como álbum colorido em 1953);

17- As Aventuras de Tintim - Tintim Explorando a Lua (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1952, e como álbum colorido em 1954);

18- As Aventuras de Tintim - O Caso Girassol (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1954, e como álbum colorido em 1956);

19- As Aventuras de Tintim - Perdidos no Mar (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1956, e como álbum colorido em 1958);

20- As Aventuras de Tintim - Tintim no Tibete (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1958, e como álbum colorido em 1960);

21- As Aventuras de Tintim - As Jóias da Castafiore (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1962, e como álbum colorido em 1963);

22- As Aventuras de Tintim - Vôo 714 para Sidney (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1966, e como álbum colorido em 1968);

23- Tintim e os Pícaros (publicado em tiras coloridas na revista Jornal de Tintin em 1975, e como álbum colorido em 1976);

24- Tintim e a Alfa-Arte (aventura incompleta publicada postumamente como álbum em 1986);
A exemplo dos álbuns em preto e branco, estes volumes também foram alterados em maior ou menor grau. Os volumes O Segredo do Licorne e O Tesouro de Rackham, o Terrível foram relançados em duas edições fac-símiles especiais, mostrando o formato pequeno, em preto e branco, original das aventuras publicadas durante a Segunda Guerra Mundial.

As Sete Bolas de Cristal, que deveria se prolongar, foi interrompida devido à libertação da Bélgica pelos aliados. Na época, Hergé foi impedido de publicar e forçado a se explicar, pois havia trabalhado - lançando as tiras de Tintim - no jornal Le Soir, que colaborava com os alemães.

Esta história teve sua sequência na revista Journal de Tintin, em 1946, na aventura O Templo do Sol. Em 2006, a Casterman lançou uma edição especial de O Templo do Sol no formato horizontal, como a história foi publicada originalmente na revista Journal de Tintin, em episódios semanais de página dupla.

Tintim no País do Ouro Negro foi modificado outra vez em 1972, alterando partes da história que lidavam com o contexto político da criação de Israel, quando a Palestina ainda estava ocupada por tropas inglesas, mudando a história para o estado árabe fictício de Khemed. Como se pode ver nos noticiários atuais, o assunto continua polêmico e gerando novos conflitos no Oriente Médio.

A revista semanal Journal de Tintin, fundamental para contar as histórias do repórter Tintim, surgiu em 1946 e foi publicada (com algumas interrupções no final da década de 1980) até 1993. Por ela passaram artistas e séries importantes, além de Tintim, como Blake e Mortimer (de Edgar Pierre Jacobs), Alix (de Jacques Martin), Michel Vaillant (de Jean Graton), Ric Hochet (de Tibet), Oumpah-pah (de Goscinny e Uderzo), Bruno Brazil (de William Vance) e Bernard Prince (de Hermann).

Para comemorar, a revista a Éditions Moulinsart lançou o volume Le Journal de Tintin, celebrando não apenas o título, mas os 60 anos da editora Le Lombard, que começou com Tintim.

Um volume que não pertence à série oficial é Tintim e o Lago dos Tubarões, uma adaptação para os quadrinhos do desenho animado de mesmo nome lançado em 1972 e dirigido por Raymond LeBlanc, com roteiro original de Greg (Michel Regnier). O álbum usa como arte os originais do desenho animado.

No Brasil, Tintim começou a ser publicado na década de 1960 e 1970, pelas editoras Flamboyant e Record. Atualmente, quem detém os direitos da série é a Companhia das Letras, que recentemente completou a coleção com os 24 álbuns oficiais.

Quem tiver alguma dessas antigas edições poderá encontrar certas diferenças em relação aos álbuns lançados pela Companhia das Letras, particularmente no volume Tintim no País do Ouro Negro.

Tintim e o Lago dos Tubarões foi lançado no Brasil pela Record, e não foi republicado pela Companhia das Letras.

Depois de 80 anos e há décadas sem uma aventura inédita (o que não deve acontecer nunca mais), Tintim permanece um personagem extremamente popular no mundo inteiro, e as aventuras do jornalista continuam a despertar o interesse de milhares de fãs.

Sérgio Codespoti confessa que o primeiro personagem de quadrinhos que cativou seu interesse foi Tintim, quando ainda tinha cinco anos de idade e lia as histórias de Tintim e Milu junto com seu pai.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Últimas notícias sobre a trilogia Tintim - sim, trilogia!

.: Andy Serkis fala sobre o início das gravações

O ator Andy Serkis - que já "interpretou" o Gollum de O Senhor dos Anéis (veja foto à esquerda) e o macacão de King Kong, está se preparando para fazer os movimentos de outro personagem famoso - o Capitão Haddock.

Em entrevista ao site ComingSoon, onde também falou sobre o longa O Hobbit, Serkis afirmou que o início das gravações está marcado para a última semana de janeiro - ou seja, muito em breve teremos mais informações e quem sabe até imagens da adaptação de Tintim para os cinemas!

.: 'Será perfeito'

Em sua entrevista, o futuro Haddock também disse que Spielberg está na direção do primeiro longa, e Peter Jackson na produção. A trilogia Tintim será gravada com a tecnologia de captura de movimentos, e segundo Serkis - que confessa não ter sido um grande fã de Tintim na infância, apesar de ler os álbuns - é por isso que trará um resultado perfeito. "Não existe uma maneira mais perfeita de fazê-lo".

.: Uma trilogia!

De acordo com o site Omelete, os produtores Frank Marshall e Kathleen Kennedy confirmaram que os planos para a trilogia estão seguindo adiante e que, diferente do que se imaginava, um terceiro diretor não assumirá o último filme.

"As filmagens e a captura de movimentos começarão em fevereiro. O plano é realizar três filmes. O terceiro diretor será Peter [Jackson] ou Steven [Spielberg]. Os dois farão a série toda", disse Marshall ao ComingSoon. Ainda não se sabe, porém, qual será o estúdio do filme.

.: Simon Pegg e Nick Frost confirmados

Disso a gente já sabia, afinal o blog já tinha noticiado que a dupla de "Todo Mundo Quase Morto" interpretaria os detetives Dupond e Dupont. Mas o site AICN trouxe uma confirmação oficial. Agora já temos três nomes garantidos. Nos próximos dias saberemos mais.

O site confirmou também que Paramount e Sony dividirão os custos de US$ 135 milhões - a crise também atinge o cinema! O primeiro filme só deve chegar às telonas em 2010.
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80 anos pelo mundo: O Povo

Veja abaixo uma matéria publicada pelo jornal O Povo, de Fortaleza, CE, no dia dos 80 anos de Tintim - clique para ampliar o screen da página:

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Tintim e a Alfa-Arte 6

Abaixo a sexta página do pastiche Tintim e a Alfa-Arte. Demorou, mas chegou!

Curiosidades

.: Esta página também precisou ser recolorida.

.: A partir do 7º quadrinho, é citado o Emir Ben Kalish Ezab, da aventura "Tintim no País do Ouro Negro". Em breve, o pestinha Abdallah também dá as caras na história.

.: O Centro Beaubourg realmente existe, e na verdade se chama Centro George Pompidou. É um museu de Paris, construído na década de 1970, que realmente se assemelha a uma refinaria de petróleo, por isso a piada - veja imagens abaixo.

.: Não acha que a fala de Tintim no último quadrinho combinaria mais com o Capitão Haddock?!

P.S.: Pretendo comprar o álbum "Tintim e a Alfa-Arte" o mais breve possível. Assim posso até me inspirar nele quando for traduzir o texto de Yves Rodier.

Espero que estejam gostando! Aguardo comentários.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

80 anos pelo mundo: Folha Online

Aos 80 anos, Tintim tem histórias publicadas no Brasil

de PEDRO CIRNE em colaboração para a Folha de S.Paulo.

No próximo sábado (10) [a matéria foi publicada dia 06/01], um dos mais importantes personagens dos quadrinhos europeus fará aniversário: são 80 anos desde que Tintim, já com seu indefectível topete e seu cão Milu, estreou no jornal belga "Le Vingtième Siècle".

Desde então, foram 24 aventuras bem-humoradas, que envolvem mistérios, tiranos e até fenômenos inexplicáveis em lugares que vão do Congo ao Tibete, passando pela Lua.

E, pela primeira vez, duas importantes obras do personagem são publicadas no Brasil: "As Aventuras de Tintim Repórter do "Petit Vingtième" no País dos Sovietes" (sua estreia) e "Tintim e a Alfa-Arte", sua última --e incompleta-- história.

As duas edições, somadas aos lançamentos de "Tintim e os Pícaros" (ambientada na América do Sul) e "Vôo 714 para Sydney" (no sudeste asiático), encerram a coleção da Companhia das Letras que trouxe ao país, pela primeira vez, a série completa do belga Hergé.

Para Thyago Nogueira, editor dessa coleção, uma das principais qualidades da série é a contextualização das histórias. "A pesquisa, que era uma preocupação forte do Hergé, de levar o Tintim a países diferentes, é uma característica que se manteve e foi se aperfeiçoando", diz Nogueira.

Enquanto "Tintim e os Pícaros" e "Vôo 714 para Sydney" trazem histórias que se encaixam nessa descrição, as outras duas são curiosas exceções à trajetória do personagem.

"Não são histórias como todas as outras", diz Nogueira. "O "País dos Sovietes" é um desenho um pouco menos acabado do que ele fez depois. E "Alfa-Arte" é uma história inacabada... São os bastidores de uma história do Hergé."

Embrião da série

"País dos Sovietes" começou a ser publicada quando Hergé tinha apenas 21 anos. O álbum é um embrião do que viria a ser a série. Tintim ainda atua acompanhado apenas pelo cachorro Milu --seu ótimo e divertido rol de coadjuvantes (o capitão Haddock, o professor Girassol, a cantora Bianca Castafiore, os policiais Dupond e Dupont, o vilão Rastapopoulos) ainda não havia sido criado.

O roteiro de "País dos Sovietes" também é diferente. Primeiro, por ser inocente. Eram outros tempos (final dos anos 20), mas é curioso ver o personagem assustar alguns inimigos apenas vestindo um lençol com furos para os olhos e se fazendo passar por um fantasma.

Além disso, Tintim, que viria a ser um exemplo de bom moço, toma atitudes que mais tarde seriam impensáveis, como agredir um policial ou roubar um barco ou um carro.

O roteiro dessa primeira história é um panfleto anticomunista --o "Vingtième Siècle" era editado por um admirador de Mussolini. Na trama, o repórter Tintim viaja à União Soviética para ver o que "de fato" acontece por lá. O que ele "descobre" são fábricas de fachada, com as quais "os sovietes tapeiam os coitados que ainda acreditam no "paraíso vermelho'", no dizer do próprio personagem. O país que Tintim encontra é violento, corrupto e tira trigo da população pobre e faminta para fazer propaganda da nação soviética no exterior.

A última aventura

Hergé morreu em 1983, antes de concluir "Tintim e a Alfa-Arte", que seria a 24ª aventura do repórter. Esta edição que chega ao Brasil apresenta o texto em prosa, ao lado dos rascunhos para cada página que já havia sido roteirizada.

Assim, a leitura não flui tão bem como se já estivesse finalizada. Perde-se a graça de algumas gags visuais de Hergé. Por outro lado, é uma aula de como fazer histórias em quadrinhos: é possível ver como o quadrinista pensava, com traços bem simples, como resolveria a diagramação de seu enredo dentro de cada página.

Além disso, há no final da edição esboços e anotações que poderiam ter sido usadas até o final da história --por exemplo, a identidade real do vilão (a história aborda um caso de falsificação de obras de arte). É curioso, pois estão registradas até as dúvidas do próprio Hergé: "Tintim (...) só será salvo graças a... Milu? Haddock? Ao professor? A...?".

O leitor fica sem saber, mas não importa. "Tintim e a Alfa-Arte" é uma espécie de making of de uma história em quadrinhos sofisticada, cuja criatividade de seu artista faz dela, ainda hoje, um dos maiores marcos das HQs da Europa.

.: Clique na imagem abaixo para ampliar o trecho de uma matéria da Folha de São Paulo com algumas curiosidades sobre Tintim.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Tintim e o Superman

Curiosidade do blog O Tintinófilo, de Portugal:

O blog Divulgando BD publicou uma história de Alex Gaspar com o título "S.O.S. Tinto" onde Tintin contracena com o super-herói Superman. Confira a HQ abaixo - clique para ampliar:

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Tintin Gay?

Vasculhando pela internet, achei uma imagem no mínimo engraçada. Já é antiga, provavelmente conhecida por muitos, e mostra um "casal" bem conhecido dos tintinófilos: seriam Haddock e Tintim almas gêmeas?!

Só para descontrair...
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domingo, 11 de janeiro de 2009

Será que ele é?

Com esse título é apresentada uma matéria que questiona a sexualidade de Tintim. Confira abaixo a matéria completa, enviada via e-mail por um leitor:
No aniversário de 80 anos de Tintin, jornalista arranca o personagem do armário

Por Sérgio Oliveira, Mix Brasil

Nesta sexta, 9, o personagem de história em quadrinhos Tintin, o repórter belga criado por Hergé que viaja pelo mundo resolvendo mistérios que parecem sem solução, comemora 80 anos. O jornalista britânico Matthew Parris aproveitou a ocasião para apontar os indícios que, segundo ele, fazem de Tintin um gay em potencial. Parris publicou recentemente no jornal britânico "Times" um artigo batizado de "Claro que Tintin é gay, perguntem ao Milú".

Entre as razões apresentadas pelo jornalista para arrancar Tintin do armário estão sua "aparência física andrógina, suas calças bizarras e o fato de ele viver no castelo de seu melhor amigo, um marinheiro de meia idade.

"Tintin nunca fala de sua família ou dos seus pais, como se houvesse um bloqueio sobre a existência deles. Todos os psicólogos o dirão: é um traço frequente entre os jovens homossexuais", afirmou o jornalista.

Parris ressalta que Tintin nunca demonstrou nenhum tipo de aproximação com mulheres. Segundo o jornalista, dos 350 personagens que aparecerem nas histórias de Tintin, apenas oito são mulheres e "nenhuma é jovem ou vagamente atraente".

O artigo termina com o jornalista defendendo o embate entre as sexualidades de Tintin e do cachorro Milú: "O fox-terrier tem tendência a distrair-se pelo gênero feminino canino, uma atitude sempre reprimida pelo seu dono".
E acessando o Blog Tintinófilo, de Portugal, eu ainda encontrei algumas declarações de Matthew Parris, que é gay, no Times:
"Com mil milhões de macacos, será que não entra pelos olhos adentro?" ...

"Onde estão as dúvidas quando todas as provas apontam no mesmo sentido?", interroga-se. "Um jovem sem experiência, andrógino, com uma poupa loura, calças bizarras e uma "écharpe", que vive no castelo do seu melhor amigo, um marinheiro de meia-idade?", escreve Parris. ...

"Tintin nunca fala da sua família ou dos seus pais, como se fizesse um bloqueio sobre a existência de seu pai e da sua mãe", explica o jornalista. "Todos os psicólogos o dirão: é um traço frequente entre os jovens homossexuais".

Outro argumento de Parris: Tintin, que é suposto ser repórter, nunca escreve um artigo, deixando pensar que é, na realidade, um espião.

"Como confirmará qualquer pessoa vagamente ao corrente do mundo da espionagem britânica (por exemplo), a espionagem sempre atraiu os homossexuais. Eu próprio trabalhei com sucesso para o MI6, os serviços secretos britânicos", revela Parris.

Sobretudo, Tintin nunca demonstra a menor atracção por mulheres, que são notoriamente poucas no seu universo: oito num total de 350 personagens. "E nenhuma é jovem ou vagamente atraente", sublinha o jornalista.

O único herói "heterossexual sem a mínima ambiguidade" é, segundo Parris, o cão Milu. "O fox-terrier tem tendência a distrair-se pelo género feminino canino, uma tendência sempre reprimida pelo seu dono", afirma.

"Milu viu tudo. Milu sabe tudo. E Milu nunca dirá nada", concluiu
.
E você, o que acha disso tudo?! Preconceitos à parte, chega a ser uma ofensa?

Veja o comentário do leitor Kid Desenhos, que indicou a matéria:
(...) incrível como distorcem a obra de Hergé para fazerem comentários inúteis sendo que não devem ter lido nem uma revista inteira nem a historia do Hergé sobre a criação do personagem.
Não é questão de preconceito, é questão de desrespeito... se falassem que o Tintin é um fanfarrão pegador eu também ficaria indignado. Tintin pra mim sempre foi um exemplo de coragem inteligência mostrando apenas o lado aventureiro de um verdadeiro heroi. Não é porque todo super heroi (americano) tem que ter um afair [ou vários no caso do spirit do Will Eisner] que nosso heroi preferido vai precisar necessariamente de ter um também estampado nas páginas da revista, e o fato de não ter não o torna automaticamente gay...
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sábado, 10 de janeiro de 2009

Tintim faz aniversário fora do ar

Criado pelo Belga Hergé, a primeira aventura de Tintim, No País dos Sovietes, foi publicada em 10 de janeiro de 1929, e chega hoje aos seus 80 anos!

O sucesso foi tanto que 23 álbuns foram feitos, além de um que não ficou completo devido à morte do autor, Tintim e a Alfa-Arte.

O repórter aventureiro, ao lado de personagens como Milu, Capitão Haddock, Professor Girassol, o vilão Rastapopolus, além de outras figuras e vilões marcantes, também foi parar em outras mídias. Uma série foi produzida na década de 90 pela Nelvana, em parceria com a Ellipse Programé.

A três temporadas completas da série foram lançadas recentemente num box com 9 DVDs, que é item obrigatório na coleção de qualquer "tintinófilo".

Além disso, dois longa-metragens estão no papel, e serão dirigidos por Steven Spielberg e Peter Jackson.

Apesar de tanto sucesso, a série do personagem está sem fora do ar no Brasil. Tintim já foi exibido pela TV Cultura, em seus melhores tempos - ao lado de sucessos como Doug, da Nickelodeon -, e também pela Rede 21, emissora do Grupo Bandeirantes. Agora, para quem quiser ver o célebre repórter do topete ruivo, só procurando no YouTube ou baixando pela internet, além do box, é claro...
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Tintin et moi

Como parte das comemorações do octogenário de Tintim, trago para vocês o excelente documentário Tintin et moi (Tintim e eu), que mostra uma entrevista reveladora com o criador do personagem, Hergé.

O áudio está em francês, mas o YouTube possui uma ferramenta que possibilita a tradução de legendas para o português. O documentário está dividido em 8 partes, todas disponíveis neste canal. Espero que goste!

.: E mais:

Clicando aqui, você pode assistir alguns episódios completos das Aventuras de Tintim, como "O Segredo do Licorne" e "O Tesouro de Rackham, o Terrível", em que se basearão o primeiro filme de Spielberg.
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80 Anos de Tintim

Hoje, 10 de janeiro de 2009, o personagem mais querido dos leitores deste blog completa 80 anos de existência!

Foi nesta mesma data, em 1929, que Tintim apresentou-se ao mundo. O famoso repórter aventureiro, criado pelo belga Hergé (pseudônimo de Georges Remi), teve suas primeiras aventuras foram publicadas no suplemento infantil "Le Petit Vingtième", do jornal "Vingtième Siècle". Com o sucesso da obra, as peripécias do jovem aventureiro foram lançadas em álbum, primeiro em preto-e-branco, e depois colorido, até chegar às versões que conhecemos hoje.

A primeira aventura de Tintim foi "No País dos Sovietes", que justamente hoje se torna octogenária. Ali vemos um traço menos elaborado e um roteiro cheio de críticas ao comunismo. Com o passar dos anos, esse traço amadureceu, assim como as idéias expostas nas tramas em que o personagem se envolvia...Apesar de ter um passado marcado pelo preconceito e atos inconsequentes - vide Tintim no Congo - hoje o personagem é considerado um exemplo de bom moço. Ao lado de Milu, Capitão Haddock, Professor Girassol e muitos outros amigos e vilões memoráveis, o pequeno corajoso conquistou gerações, e até hoje merece ser lembrado.

Nas histórias de Hergé, não somos apresentados à família do protagonista, assim como também não se sabe ao certo sua idade, mas tudo indica que é bem jovem, não uma criança, visto que já trabalha como repórter, mas alguém com espírito juvenil.

Ele pode ser considerado uma espécie de alter-ego de seu criador. Hergé mostrou através de Tintim o que não poderia ser, um exemplo, um herói.

Parabéns, Tintim... ou parabéns, Hergé.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tintim e a Alfa-Arte 5

Depois de tanto tempo de espera, finalmente trago pra vocês a quinta página de nossa aventura. Espero que estejam acompanhando, e gostando do trabalho.

A demora foi tanta porque - como expliquei anteriormente - eu estava editando a imagem, já que a qualidade não agradou tanto. Não tenho nenhum programa avançado para isso, nem sou profissional, mas ficou bem melhor do que estava... Deu trabalho, por isso espero que tenham gostado do resultado!

Curiosidades e Adaptação

Nesta página fica visível um costume que Bianca Castafiore conservou em suas diversas aparições nos álbuns de Tintim: a cantora lírica nunca acerta o nome do Capitão Haddock, e só aqui é trocado três vezes!

A maior adaptação que a página 5 sofreu foi a tradução da fala de Bianca, no primeiro quadrinho da segunda linha. Na versão em inglês, ela chama o Capitão de Stopcock, mas em português ficou "Paracock".

Para que a imagem ficasse com uma qualidade melhor, foi preciso recolori-la, o que gastou muito tempo. Mas em comparação com seu estado anterior, ficou muito bom. Só espero que não seja necessário fazer o mesmo em outras páginas...

P.S.: Você tinha notado o cachorrinho no colo de Mme. Bianca?!
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Olá, Tintinófilos!

Estou de volta!

Prometi a quinta página de "Tintim e a Alfa-Arte" para o último final de semana, mas como decidi prolongar meu descanso... não deu!

Agora, estou trabalhando na edição da página 5, para lhe trazer um bom resultado, já que a qualidade das imagens não agradou tanto. Como não sou nenhum expert em edição de imagens, pode ser que a melhora não seja grande, mas o que vale é a intenção...

Espero que tenham passado um ótimo fim de ano e aguardo vocês em breve, quando publicarei a esperada continuação de nossa aventura!

Ah, e em breve voltarei com os especiais sobre os personagens, além das notícias sobre o filme. Estou planejando também algumas novidades, mas não está nada certo ainda, vamos dar tempo ao tempo!

Saudações, marujo!

P.S.: Obrigado pela força. Ultrapassamos as 1.000 visitas!
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